segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
A promotora que incriminou alunos da USP
Por: Conceição Lemes - Via Blog Viomundo, de Luis Carlos Azenha
Publicado em 8 de fevereiro de 2013
Na terça-feira 5, o Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) denunciou 72 estudantes e funcionários da USP por formação de quadrilha, posse de explosivos, danos ao patrimônio público, desobediência e crime ambiental por pichação devido a ocupação da reitoria, em novembro de 2011. A autora de denúncia é a promotora Eliana Passarelli, que em declarações à imprensa chamou os estudantes de bandidos e criminosos.
Ontem, recebemos de Stanley Burburinho um e-mail, dizendo que a promotora que condenou os alunos da USP por formação de quadrilha não gosta de Lula, Dilma, Dirceu e o PT. Clique AQUI para conferir arquivo com imagens de tweets e retweets de @ElianaPassareli (abaixo algumas) e respectivos links, para comprovar que não era montagem. Rei Lux (@rei_lux) foi quem os descobriu e mandou para Burburinho.
O Viomundo contatou a assessoria de imprensa do MP, para saber se o perfil do twitter era mesmo da promotora e enviou, por e-mail, algumas dessas imagens.
Observações do blog Resumo do Eclipse:
Publicado em 8 de fevereiro de 2013
Na terça-feira 5, o Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) denunciou 72 estudantes e funcionários da USP por formação de quadrilha, posse de explosivos, danos ao patrimônio público, desobediência e crime ambiental por pichação devido a ocupação da reitoria, em novembro de 2011. A autora de denúncia é a promotora Eliana Passarelli, que em declarações à imprensa chamou os estudantes de bandidos e criminosos.
Ontem, recebemos de Stanley Burburinho um e-mail, dizendo que a promotora que condenou os alunos da USP por formação de quadrilha não gosta de Lula, Dilma, Dirceu e o PT. Clique AQUI para conferir arquivo com imagens de tweets e retweets de @ElianaPassareli (abaixo algumas) e respectivos links, para comprovar que não era montagem. Rei Lux (@rei_lux) foi quem os descobriu e mandou para Burburinho.
O Viomundo contatou a assessoria de imprensa do MP, para saber se o perfil do twitter era mesmo da promotora e enviou, por e-mail, algumas dessas imagens.
Resposta: “Conversei com a dra. Eliana Passarelli e ela me disse que não tem perfil no twitter nem no Facebook”.
Aprofundada a busca, descobrimos um perfil no Facebook em nome da mesma pessoa. Cotejamos as fotos exibidas no twitter e no Facebook com outras da promotora Eliana Passarelli que aparecem publicadas em entrevistas dadas à mídia.
Liguei então para o celular da promotora Eliana Passarelli, do MPE-SP, para perguntar-lhe diretamente se o perfil no twitter era ou não dela. A dra. Eliana disse que o que faz na vida privada não interessa a ninguém e que não tinha de dar explicações sobre ela. E desligou.
Hoje, o perfil de Eliana Passarelli promotora (@ElianePassareli) foi retirado do ar. No Facebook, uma seguidora lamenta.
1- A imagem do perfil no Twitter (já deletado) que a promotora Eliana Passareli negou continha a foto dela junto a um cão da raça beagle. Clique AQUI para ver a foto do perfil dela no Twitter e clique AQUI para comprovar que a promotora já deu entrevista à Isto É confirmando que tem um cão da raça beagle;
2- Clique AQUI para assistir à entrevista na TV da promotora Eliana Passarelli confirmando que tem ela tem perfil no Twiiter;
3- Clique AQUI para assistir à outra entrevista na TV da promotora Eliana Passarelli atacando o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), por uma lei supostamente aprovada por ele que autoriza sacrifício de animais em ritos religiosos. O vereador do PT diz que a promotora está enganada porque a lei foi aprovada na gestão do governador Germano Rigotto, do PMDB. Clique AQUI para comprovar. A lei não autoriza sacrifício de animais domésticos (cães, gatos etc.) e sim aqueles animais destinados ao consumo humano (aves, por ex.). O que se discute, enfim, não é a lei (com a qual, aliás, este blogueiro discorda) mas sim o fato de uma promotora de justiça usar seu cargo para aparecer na TV e fazer campanha partidária.
domingo, 9 de dezembro de 2012
A melhor crítica a um livro de Jô Soares
Eu tinha lido esta crítica há bastante tempo e por algum motivo o texto se perdeu. Mas eis que reencontro aquela que é, na minha opinião, a melhor crítica para um livro de Jô Soares (clique AQUI), feita pelo escritor Juremir Machado da Costa.
Pessoalmente, só consegui ler "O Xangô de Baker Street" - mais pela propaganda e também porque tinha curiosidade em conhecer a prosa de Jô Soares. Foi o suficiente. Vamos ao texto:
Assassinato na literatura brasileira
(Juremir Machado da Silva)
É incrível a minha atração por lixo cultural. Eu não posso ver um livro ruim sem ter de comprá-lo. Pior ainda, leio a coisa do início ao fim. Sou o leitor ideal. Marcho sempre. Neste ano, já me atolei no lixão cultural com “O Código da Vinci” e “O Zahir”. Não bastou. Ao me deparar com “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras”, de Jô Soares, enfiei a mão no bolso: lixo é comigo mesmo. Livro bom as editoras me mandam. Livro ruim eu compro.
Li de uma sentada. Foi horrível. Mas resisti bravamente e cheguei à última linha conhecendo o assassino desde a primeira. Jô Soares conseguiu: “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras” é o pior romance que li nos últimos dez anos, tempo que costumo levar para eliminar traumas.
A estratégia do autor é perfeita: simular o estilo pomposo dos piores acadêmicos para fazer rir. A imitação é tão boa que o texto é insuportável do primeiro ao último parágrafo. Só tem uma falha: a gente não ri nunca. Mas isso não passa de um detalhe. Uma crítica honesta precisa destacar a inteligência de Jô Soares ao transformar o seu pior defeito em qualidade, o uso do clichê como clichê. Há uma fusão impecável. Lê-se um clichê e, por trás dele, há, sem tirar nem pôr, um clichê. Jô usa o recurso com tamanha sofisticação que até a ironia embutida desaparece para não estragar o efeito clichê.
Como não se deslumbrar com expressões tipo “passaria por um legítimo latin lover do cinema americano”, “vaidoso como poucos”, “nunca se furtava a declamar seus versos poucos inspirados”, “diga-se a bem da verdade”, “esfuziante como um adolescente”, “vestia-se com apuro”, “no afã de se vestir”, “embevecido”, “num momento de enlevo”, “um primor de conciliação”, “assemelhava-se a um imperador de opereta”, “precioso manancial de informações”, “animada colcha de retalhos”, “disputavam a peso de ouro”, “com afinco admirável pontificava”, “emitindo uma gargalhada tenebrosa e proferindo um grito desvairado”, “fulo de raiva”? Em alguns casos sente-se a tentação autobiográfica, “a droga usada era menos intoxicante do que a sua prosa”.
Com certeza, nem a poluição de São Paulo seria mais nociva à saúde dos leitores do que a prosa de Jô Soares. Às vezes, o poeta revela-se ameaçando desbancar de Rimbaud a Fernando Pessoa, “relâmpagos festejavam a tempestade” ou “seu andar lembrava a leveza dos felinos antes do bote”. Definitivamente, Jô Soares sem a sua equipe de redatores pode deixar o público “fulo de raiva”.
Obviamente, “genial” como dizem que é, Jô sabe que está escrevendo mal e só faz isso para brincar e provar o quanto é capaz de travessuras. Leva o exercício tão longe que acaba acreditando no próprio fingimento, esquecendo-se de escrever bem, ao menos durante algumas linhas, para despertar os distraídos.
Na disputa com Dan Brown e Paulo Coelho, Jô Soares ganha fácil: escreve muito pior. Pensem bem, bater os dois nesse quesito não é para qualquer um. Chapeau! O humorista enriquece o livro com uma erudição de almanaque capaz de fazer do Google uma nota de rodapé à cultura inútil.
Todos os ingredientes do lixo cultural estão reunidos: esoterismo, charadas, gênios da cultura universal, citações papo-cabeça e até o tradicional acerto de contas.
Jô cria um personagem frustrado e medíocre para encarnar os que criticam os imortais e, por extensão, os bem-sucedidos. Além de um gordo simpático e talentoso que vive do amor pela arte. Degustemos um pequeno exemplo mais encorpado do estilo de Jô Soares: “O estabanado falastrão acabara de liquidar a vantagem que levavam sobre o assassino”. Não estão percebendo a ironia, o sarcasmo, a metalinguagem, a intertexualidade, toda a história da literatura policial revisitada e transformada em delicioso motivo de admiração e de zombaria? Não, não estão percebendo? Nem eu. Tudo isso deve estar mais claro nesta outra passagem: “O coração de Lauriano escapara ao horrendo festim”.
Pessoalmente, só consegui ler "O Xangô de Baker Street" - mais pela propaganda e também porque tinha curiosidade em conhecer a prosa de Jô Soares. Foi o suficiente. Vamos ao texto:
Assassinato na literatura brasileira
(Juremir Machado da Silva)
É incrível a minha atração por lixo cultural. Eu não posso ver um livro ruim sem ter de comprá-lo. Pior ainda, leio a coisa do início ao fim. Sou o leitor ideal. Marcho sempre. Neste ano, já me atolei no lixão cultural com “O Código da Vinci” e “O Zahir”. Não bastou. Ao me deparar com “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras”, de Jô Soares, enfiei a mão no bolso: lixo é comigo mesmo. Livro bom as editoras me mandam. Livro ruim eu compro.
Li de uma sentada. Foi horrível. Mas resisti bravamente e cheguei à última linha conhecendo o assassino desde a primeira. Jô Soares conseguiu: “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras” é o pior romance que li nos últimos dez anos, tempo que costumo levar para eliminar traumas.
A estratégia do autor é perfeita: simular o estilo pomposo dos piores acadêmicos para fazer rir. A imitação é tão boa que o texto é insuportável do primeiro ao último parágrafo. Só tem uma falha: a gente não ri nunca. Mas isso não passa de um detalhe. Uma crítica honesta precisa destacar a inteligência de Jô Soares ao transformar o seu pior defeito em qualidade, o uso do clichê como clichê. Há uma fusão impecável. Lê-se um clichê e, por trás dele, há, sem tirar nem pôr, um clichê. Jô usa o recurso com tamanha sofisticação que até a ironia embutida desaparece para não estragar o efeito clichê.
Como não se deslumbrar com expressões tipo “passaria por um legítimo latin lover do cinema americano”, “vaidoso como poucos”, “nunca se furtava a declamar seus versos poucos inspirados”, “diga-se a bem da verdade”, “esfuziante como um adolescente”, “vestia-se com apuro”, “no afã de se vestir”, “embevecido”, “num momento de enlevo”, “um primor de conciliação”, “assemelhava-se a um imperador de opereta”, “precioso manancial de informações”, “animada colcha de retalhos”, “disputavam a peso de ouro”, “com afinco admirável pontificava”, “emitindo uma gargalhada tenebrosa e proferindo um grito desvairado”, “fulo de raiva”? Em alguns casos sente-se a tentação autobiográfica, “a droga usada era menos intoxicante do que a sua prosa”.
Com certeza, nem a poluição de São Paulo seria mais nociva à saúde dos leitores do que a prosa de Jô Soares. Às vezes, o poeta revela-se ameaçando desbancar de Rimbaud a Fernando Pessoa, “relâmpagos festejavam a tempestade” ou “seu andar lembrava a leveza dos felinos antes do bote”. Definitivamente, Jô Soares sem a sua equipe de redatores pode deixar o público “fulo de raiva”.
Obviamente, “genial” como dizem que é, Jô sabe que está escrevendo mal e só faz isso para brincar e provar o quanto é capaz de travessuras. Leva o exercício tão longe que acaba acreditando no próprio fingimento, esquecendo-se de escrever bem, ao menos durante algumas linhas, para despertar os distraídos.
Na disputa com Dan Brown e Paulo Coelho, Jô Soares ganha fácil: escreve muito pior. Pensem bem, bater os dois nesse quesito não é para qualquer um. Chapeau! O humorista enriquece o livro com uma erudição de almanaque capaz de fazer do Google uma nota de rodapé à cultura inútil.
Todos os ingredientes do lixo cultural estão reunidos: esoterismo, charadas, gênios da cultura universal, citações papo-cabeça e até o tradicional acerto de contas.
Jô cria um personagem frustrado e medíocre para encarnar os que criticam os imortais e, por extensão, os bem-sucedidos. Além de um gordo simpático e talentoso que vive do amor pela arte. Degustemos um pequeno exemplo mais encorpado do estilo de Jô Soares: “O estabanado falastrão acabara de liquidar a vantagem que levavam sobre o assassino”. Não estão percebendo a ironia, o sarcasmo, a metalinguagem, a intertexualidade, toda a história da literatura policial revisitada e transformada em delicioso motivo de admiração e de zombaria? Não, não estão percebendo? Nem eu. Tudo isso deve estar mais claro nesta outra passagem: “O coração de Lauriano escapara ao horrendo festim”.
sábado, 20 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
Notícia de jornal tucano: PSDB tem mais ficha suja
Deu no jornal tucano Folha de São Paulo: PSDB é o partido com maior número de candidatos ficha suja nestas eleições de 2012.
Eis a reprodução da (não menos tucana) revista Exame, do Grupo Abril: (clique AQUI)
Até agora, 317 candidatos a prefeito no Brasil tiveram suas candidaturas barradas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Destes, 56 são vinculados ao PSDB, de acordo com levantamento do jornal Folha de São Paulo de hoje.
O estado de São Paulo, ainda segundo o levantamento, é o segundo com mais candidatos barrados com base na Lei Ficha Limpa. Ao todo, 53 foram afetados pelas decisões. O Rio de Janeiro congrega o maior número de fichas-sujas até agora com 54 barrados.
Até as eleições os números podem mudar já que ainda há casos sendo julgados por 16 tribunais. Os candidatos barrados podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.
Em um universo de 24 partidos, confira os cinco com mais candidatos barrados.
PSDB: 56
PMDB: 49
PP: 30
PR: 25
PSB: 23
Eis a reprodução da (não menos tucana) revista Exame, do Grupo Abril: (clique AQUI)
Até agora, 317 candidatos a prefeito no Brasil tiveram suas candidaturas barradas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Destes, 56 são vinculados ao PSDB, de acordo com levantamento do jornal Folha de São Paulo de hoje.
O estado de São Paulo, ainda segundo o levantamento, é o segundo com mais candidatos barrados com base na Lei Ficha Limpa. Ao todo, 53 foram afetados pelas decisões. O Rio de Janeiro congrega o maior número de fichas-sujas até agora com 54 barrados.Até as eleições os números podem mudar já que ainda há casos sendo julgados por 16 tribunais. Os candidatos barrados podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.
Em um universo de 24 partidos, confira os cinco com mais candidatos barrados.
PSDB: 56
PMDB: 49
PP: 30
PR: 25
PSB: 23
terça-feira, 28 de agosto de 2012
A "Nova" Juiz de Fora do Custódio
Quando em 2010 a prefeitura resolveu asfaltar a rua Olegário Maciel, moradores do trecho perto da rua Padre Café estranharam a ausência das obras preliminares de drenagem (bocas de lobo) que amenizariam as enxurradas quando chove. Pois a falta de dutos de captação de águas pluviais causam literalmente o "efeito cascata" nas ruas em declive, como a Padre Café, com grande volume de água que vai descendo as vias e trazendo perigo e transtorno a pedestres e motoristas. Um morador revelou a este blogueiro que perguntou diretamente a um técnico da prefeitura que estava no local comandando o asfaltamento. A resposta dele foi lacônica: "mandaram só asfaltar".
Tal relato nos desnuda a realidade por trás das "maquiagens" meramente eleitoreiras feitas sem o mínimo planejamento. Assim, de certa forma entendemos o vídeo abaixo, feito no Largo do Riachuelo, no contexto em que o prefeito se gaba de estar asfaltando o que já estava asfaltado.
sábado, 21 de julho de 2012
Justiça Federal de SP muda condição de Verônica Serra
Em 27 de dezembro de 2011, este blog desafiou o amigo leitor a descobrir quem estava mentindo: se Amaury Ribeiro Jr., autor do livro A Privataria Tucana, ou Verônica Serra, filha de José Serra, que emitiu nota afirmando que nunca fora indiciada pela Polícia Federal (conforme documento exposto no referido livro). Clique AQUI para ler a postagem. Pois naquela época, o leitor poderia constatar que o nome "Verônica Allende Serra" realmente aparecia acompanhado do termo "indiciado". Porém, se você for verificar novamente, constatará que o nome da filha de José Serra aparece como "averiguado". Não cabe a este blogueiro discutir os motivos ou critérios que levaram a Justiça Federal de São Paulo a mudar a condição da cidadã Verônica Serra no processo. Mas, data venia, é estranho que tal mudança tenha ocorrido após vários blogues e sites repercutirem a contradição da filha de José Serra.
Clique AQUI para conferir (Print Screen) como a Sra. Verônica Serra aparecia no site da Justiça Federal de SP. E para conferir como aparece agora, clique AQUI para ir ao post que ensina passo a passo como chegar ao processo online.
sábado, 23 de junho de 2012
PIG Fraud - The Dark Side of the Media
Clique AQUI para entender o que é PIG.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Como a mídia sufoca a liberdade de expressão
O vídeo abaixo é autoexplicativo. Dispensa comentários.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Verônica x Amaury - Descubra você mesmo quem está mentindo
A cidadã Verônica Allende Serra, filha de José Serra, divulgou nota em que rebate as acusações contidas no livro A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr., que ela classificou como parte de uma "organizada e fartamente financiada rede de difamação".
Clique AQUI para ir direto à nota divulgada hoje na Folha de SP. Segue abaixo um trecho da nota:
"(...) em 2010, fui vítima de quebra ilegal de sigilo fiscal, tendo seus autores sido indiciados pela Polícia Federal. E, agora, uma organizada e fartamente financiada rede de difamação dedicou-se a propalar infâmias intensamente através de um livro e pela internet. Para atingir meu pai, buscam atacar a sua família com mentiras e torpezas.
1. Quais são os fatos?
- Nunca estive envolvida nem remotamente com qualquer tipo de movimentação ilegal de recursos.
- Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas."
Bom, quanto à farta documentação disponível no livro A Privataria Tucana, infelizmente não é possível para nós, mortais, verificar a autenticidade dos documentos para saber quem está mentindo nessa história. Mas você pode, agora mesmo, dar uma de "jornalista investigativo" para, ao menos num ponto da nota de Verônica Serra, verificar quem está mentindo. É quando a filha de Serra afirma categoricamente:
"Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal"
1-Acesse o site da Justiça Federal de Primeiro Grau em SP:
2- Clique em varas federais (logo abaixo da figura do martelo);
3- Na página que abrir, preencha apenas o campo "número do processo" que consta no documento escaneado no livro do Amaury (cole ou preencha exatamente como está abaixo):
2003.61.81.000370-5
4- Clique em pesquisar;
5- Na página que abrir, talvez você tenha que rolar a barra do navegador e do documento até o rodapé deste, onde você verá o botão "todas as partes". Clique neste botão e pronto: verifique se o nome de Verônica Allende Serra aparece ou não como indiciada.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Desvendado o mistério da bolinha de papel de Serra
Este blogueiro tem a honra de revelar que conseguiu, com exclusividade, desvendar a poderosa bolinha de papel atômica que levou o então candidato José Serra Chirico a nocaute em 2010. Pois enquanto se procedia a polêmica internação no CTI, a tomografia computadorizada na cachola do Chirico; e enquanto a mídia e a blogosfera debatia sobre trapaças, manipulações e física quântica, este blogueiro foi no essencial: passou a procurar pela bolinha de papel. Foram meses de investigação até que, finalmente, uma fonte (que não quis se identificar) entregou a este blogueiro a prova do crime. Confira na imagem abaixo:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A Privataria Tucana
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